25
Mai

Atendimento presencial ao público a partir de 1 de Junho

A partir de 1 de junho retomamos o atendimento presencial ao público,

sempre que não seja possível a sua realização por outos canais

(telefone 252 314 017 e 962 403 702, e-mail geral@in-formacao.pt, formulários existentes no site www.in-formacao.pt e redes sociais)

e atendendo as seguintes obrigatoriedades:

 

– marcação prévia,

– uso de máscara,

– desinfeção de mãos,

– distanciamento social,

bem como do cumprimento das demais normas de segurança em vigor na in formação.

 

Vila Nova de Famalicão, 25 de Maio de 2020,

A Gerência.

19
Mai

A partir de 18 de Maio, a formação presencial voltou a ser permitida

19-05-2020


 

A partir de 18 de Maio, a formação presencial voltou a ser permitida, “desde que seja assegurado o cumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde, nomeadamente em matéria de higienização e distanciamento físico. Contudo, e sempre que as condições o permitam, deve ser privilegiado o desenvolvimento da atividade formativa à distância e projetos de articulação desta com atividade formativa presencial”. Nesta autorização insere-se igualmente a formação prática e em contexto de trabalho.

 

À retoma das atividades formativas presenciais é aplicável, com as necessárias adaptações, o regime jurídico que estabelece as medidas excecionais de organização e funcionamento das atividades educativas e formativas, no âmbito da pandemia da doença COVID-19 (Decreto-Lei n.º 14-G/2020, de 13 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 20-H/2020, de 14 de maio).

 

A in formação vai retomar a formação presencial a partir de 1 de junho, embora privilegiando a formação à distância, modalidade utilizada desde 16 de março passado, altura em que suspendemos toda a formação presencial. A formação presencial a retomar terá algumas alterações na organização, para cumprir todas as regras de DGS – Direção Geral da saúde.

Vila Nova de Famalicão, 19 de Maio de 2020,

A Gerência.

13
Fev

INICIOU A 63ª EDIÇÃO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

INICIOU A 63ª EDIÇÃO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

Iniciou ontem em Famalicão, a 63ª edição do curso de FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES, Certificado pelo IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, que permitirá aos participantes a obtenção do CCP – Certificado de Competências Pedagógicas de Formador/a. Foi a 1ª edição de 2020, composta por um grupo de 13 participantes.

A função Formador/a assume cada vez mais um papel de destaque, incluindo no meio empresarial, onde as empresas valorizam as competências pedagógicas nos seus quadros, para que haja uma disseminação das boas práticas e para dar cumprimento ao Código do Trabalho, obrigatoriedade legal das 40 horas de formação anuais a todos os colaboradores – art. 131, nº 1, alínea b).

Já estão a decorrer as inscrições para a próxima edição, que iniciará em meados de abril.


Ver mais em:
https://in-formacao.pt/formacao-pedagogica-inicial-de-formadores/

9
Jul

V seminário EFA | 5 DE JULHO – COIMBRA

09-07-2019

V SEMINÁRIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS DECORREU EM COIMBRA

Decorreu na passada 6ª feira em Coimbra, o V Seminário Nacional de Educação e Formação de Adultos, promovido pela APEFA – Associação Portuguesa de Educação e Formação de Adultos.

Subordinado ao tema ” EDUCAÇÃO DE ADULTOS, LITERACIA MEDIÁTICA, ÉTICA E DEMOCRACIA”, o Seminário contou com Especialistas e Técnicos da EFA e personalidades diversas da sociedade política e academia, proporcionando uma jornada de esclarecimento, reflexão e partilha da actual situação da Educação e Formação de Adultos em Portugal.

A in formação, como sempre o fez, marcou presença no Seminário.

12
Jun

FORMAÇÃO OBRIGATÓRIA NAS EMPRESAS | 40 HORAS ANUAIS

 

 

 

FORMAÇÃO OBRIGATÓRIA AOS TRABALHADORES PASSA PARA 40 HORAS ANUAIS

Os trabalhadores vão passar a ter direito, no mínimo, a 40 horas de formação por ano, em vez das atuais 35 horas, da responsabilidade da Entidade patronal.

A proposta foi aprovada na passada terça-feira pelo grupo de trabalho parlamentar de alterações à lei laboral.


Atualmente, o Código do Trabalho estabelece que os trabalhadores têm direito a uma formação contínua de 35 horas anuais, “ou, sendo contratado a termo por período igual ou superior a três meses, um número mínimo de horas proporcional à duração do contrato nesse ano”.

 

HORAS DE FORMAÇÃO ANUAIS
Os trabalhadores têm direito a um mínimo de 40 horas de formação por ano – artigo 131, nº 1, alínea b), do Código do Trabalho.

Tratando-se de contrato a termo de duração igual ou superior a 3 meses, o número de horas em cada ano é proporcional à duração do contrato nesse ano.

 

TIPOS DE FORMAÇÃO
De preferência, os conteúdos devem ser acordados entre as partes; os temas da formação devem ser os seguintes:
• Formação relacionada com actividade exercida;
• Tecnologias de informação e comunicação;
• Segurança e saúde no trabalho;
• Língua estrangeira.

 

DESPESAS COM A FORMAÇÃO
É o empregador quem tem a obrigação de suportar todas as despesas.

 

PERÍODO DE FORMAÇÃO É PAGO
As horas de formação são remuneradas nas mesmas condições que seriam se o trabalhador estivesse a trabalhar.

 

FORMAÇÃO FORA DO HORÁRIO DE TRABALHO
O Código do Trabalho não proíbe a realização de formação fora do horário de trabalho ou em dia de descanso. Contudo, o trabalhador tem direito a ser compensado pelas horas despendidas em formação.

 

TRABALHADOR-ESTUDANTE
São consideradas nas 40 horas as faltas de trabalhador-estudante para frequência de aulas e realização de provas de avaliação e o tempo despendido com o processo de reconhecimento, validação e certificação de competências.

 

SIMULADOR ACT
A ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho, disponibiliza no seu site um Simulador (http://www.act.gov.pt/…/Ce…/SimuladorCF/Paginas/default.aspx), caso vá cessar o seu contrato e não tenha beneficiado do número de horas de formação a que teria direito asseguradas pelo empregador, para que saiba se as mesmas podem ser convertidas em crédito, conferindo-lhe direito a retribuição.

contacte-nos

 

Famalicão | Porto | Póvoa de Varzim

www.in-formacao.pt | 252 314 017 | geral@in-formacao.pt

 

12
Jun

CHEQUE FORMAÇÃO

 

A medida Cheque Formação entrou em vigor a 4 de agosto de 2015, com a publicação da Portaria 229/2015 de 3 de agosto, prevendo atingir 215 mil pessoas até 2020, com uma dotação orçamental de 67 milhões de euros.

Com a aprovação do Regulamento Específico por parte do IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, entidade que gere o processo, em 2 de outubro de 2015, as candidaturas ao Cheque Formação ficaram abertas a partir de 6 de outubro de 2015.

 

| O QUE É O CHEQUE-FORMAÇÃO

É um financiamento direto, que visa reforçar a qualificação e a empregabilidade através da concessão de um apoio aos trabalhadores, e às empresas, para ações de formação, incluindo-se a prevista no Código do Trabalho (artºs 130º a 134º) e cujo dever de execução recai sobre a entidade empregadora.

| BENEFICIÁRIOS e APOIOS

Empregados | Empresas
Idade superior a 16 anos, independentemente do nível de qualificação
– Máximo de 50 horas de formação em 2 anos
– Valor hora limite de 4,00€/hora/colaborador
– Montante máximo de 175,00€/colaborador
O financiamento máximo será de 90% do valor total da ação de formação, a qual deverá ser comprovadamente paga.
As candidaturas podem ser apresentadas pelos próprios ou pelas entidades empregadoras.

Desempregados
Inscritos no Centro de Emprego há, pelo menos, 90 dias consecutivos e detentores de nível 3 a 6 de qualificação. A formação a apoiar deve corresponder ao PPQ – Plano Pessoal de Qualificação, obtido na sequência de um processo de RVCC – Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências.
– Máximo de 150 horas de formação em 2 anos
– Montante máximo de 500,00€, comprovadamente pagos.
-Poderão ter direito a outros apoios como bolsa de formação, subsídio e refeição ou transporte, pagos apenas no final do processo.

| ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO

Deve ser ministrada por Entidade Formadora Certificada pela DGERT e deve, preferencialmente, consistir em UFCD´s – Unidades de Formação de Curta Duração que integram os referenciais de formação dos níveis 2 ou 4 do CNQ – Catálogo Nacional de Qualificações. A formação pode ser baseada em percursos formativos extra CNQ, quando as necessidades dos beneficiários não se enquadrem no CNQ e tenha como finalidade melhorar a empregabilidade ou a (re)qualificação.

| CERTIFICAÇÃO

A conclusão das ações dá lugar à emissão do Certificado de Formação, emitido pela Entidade Formadora na plataforma SIGO, e ao consequente registo da formação na Caderneta Individual de Competências, também na plataforma SIGO.

| EXCLUSÕES

Não são aceites candidaturas de formação à distância ou se o candidato estiver a receber outro apoio como, por exemplo, da Medida Estimulo Emprego.

| CANDIDATURAS

As candidaturas decorrem em regime aberto, sendo aprovadas até ao limite da dotação orçamental e submetidas via site do IEFP / Netemperego através de formulário próprio.

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